Qual a diferença entre empresas nacionais e multinacionais?

Qual a diferença entre empresas nacionais e multinacionais?

Há alguns anos, multinacional era sinônimo de empresa estrangeira. Isso já não é verdade. Atualmente, há empresas brasileiras multinacionais, ou seja, com operações em vários países. É isso que caracteriza uma multinacional, tanto na denominação quanto na prática. 

Uma vez que atuam em diversos países, as empresas também adotam valores e sistemas administrativos semelhantes entre si. Ali, os processos e ideias tendem a se multiplicar e romper fronteiras. As melhores práticas são adotadas em todas as unidades, salvo quando ferem a cultura local. 

Já uma empresa nacional, ainda que atue em vários estados brasileiros, a administração tende a ser mais centralizada. Daqui, não há tanto acesso a novidades e pode haver um atraso tecnológico, a não ser que haja uma preocupação dos gestores em frequentar congressos e feiras onde as novidades são apresentadas. 

Cada modelo empresarial  tem suas preferências em termos de formação e comportamento dos colaboradores.  Veja agora algumas das diferenças entre atuar em empresa nacional ou multinacional:

1

A multinacional valoriza a boa formação, feita com qualidade. Preocupa-se com onde o profissional estudou e se ele se destacou nos estudos. A nacional  tende a definir apenas a escolaridade desejada. 

2

O trabalho em grupo é extremamente importante nas multinacionais. A ideia é que cada pessoa leve sua experiência para colaborar para um projeto comum. No Brasil, esse não é sempre o foco. 

3

As empresas nacionais valorizam profissionais com perfil multitarefas. Com o encolhimento das estruturas, alguém assim tem mais capacidade para mudar de setor ou assumir novas funções. Nas multi é mais interessante ser especializado numa determinada área.

4

Em uma empresa nacional, o colaborador tem um conhecimento organizacional mais amplo, tem mais contato com outras áreas de empresa. Isso favorece o olhar macro sobre os resultados empresariais e também a mudança de cargos e áreas, como citado acima. Como a administração e o número de funcionários das multinacionais tende a ser maior, esse contato também é mais difícil. 

5

Uma empresa com unidades em vários países obviamente valoriza a mobilidade dos funcionários. Estar disponível para atuar num outro país quando demandado é uma qualidade bastante valorizada. Se a empresa nacional tiver várias sedes, pode eventualmente solicitar essa mobilidade, mas esse não é necessariamente o padrão.

De forma geral, uma multinacional dá preferência por contratar quem já atuou em outra empresa do mesmo perfil. Assim o profissional já bem com o comportamento adequado. A empresa nacional  também prefere quem vem de uma experiência em multi, trazendo uma visão diferenciada. Em resumo, quem passa por uma multinacional aumenta consideravelmente sua empregabilidade. Essa é uma questão relevante na hora de trocar de emprego.

Qual a diferença entre empresa nacional e multinacional?

De forma geral, uma multinacional dá preferência por contratar quem já atuou em outra empresa do mesmo perfil. Assim o profissional já bem com o comportamento adequado. A empresa nacional também prefere quem vem de uma experiência em multi, trazendo uma visão diferenciada.

O QUE SÃO empresa nacional?

Art. 192 — Será considerada empresa nacional a pessoa jurídica constituída e com sede no país, cujo controle decisório e de capital votante esteja, em caráter permanen- te, exclusivo e incondicional, sob a titularidade direta ou j indireta de pessoas físicas domiciliadas no apís, ou por !

Quais as diferenças entre empresas multinacionais e globais?

As empresas globais – expressão mais recentemente empregada para as empresas multinacionais ou transnacionais – são grandes corporações que se instalam em mais de um país ou são originárias de um determinado local e migram para outras regiões do planeta.

O que é uma multinacional brasileira?

São empresas que geram grande parte das receitas em operações fora do seu país de origem. Essa é uma tendência que cresceu no bojo da globalização das últimas décadas do Século XX.